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23 de novembro de 2017

Sozinhos ou acompanhados, idosos precisam de cuidados nas viagens para o exterior

 

Viagens longas, principalmente ao exterior, são desgastantes para todas as idades. O organismo precisa lidar com os efeitos do fuso horário, as diferenças de temperatura e o cansaço das longas horas de deslocamento. Mas, para os idosos, esses problemas são ainda maiores. Com o passar dos anos, lidar com esses incômodos começa a exigir mais cuidados e preparação.

Carmen Lucia Bley Martins é uma cartorária de 72 anos que vive em Rio Negro, na divisa do Paraná com Santa Catarina. Em 2013, quando tinha 68 anos, ela fez sua primeira viagem internacional. "Eu costumava viajar com meus filhos, primos e tal, mas no Brasil. Em uma ocasião uns amigos me convidaram para uma viagem ao Peru. Fiquei entusiasmada, mas com medo, e de repente resolvi que eu ia."
Além de ser sua primeira experiência fora do país, também foi a primeira vez que ela viajou sem a companhia de parentes próximos. Para garantir sua própria segurança, consultar o médico foi o primeiro passo. "Fui ao médico e fiz as perguntas necessárias porque ia para uma região alta e uma pessoa com mais idade tem que pensar que tem o coração para controlar", conta.
Depois da primeira experiência, ela já visitou Portugal, a Argentina, o Uruguai, a Holanda, a Alemanha, a Suíça e a Itália. Também fez recentemente um cruzeiro pela costa italiana. "Tenho viajado bastante porque foi uma experiência muito boa. Se você tem condição física, eu acho que é a atividade ideal, porque você já não tem mais disposição para coisas muito barulhentas. Viajar é uma coisa que traz conhecimento e satisfação."
Desde que se encantou por conhecer o mundo, Carmen tenta fazer duas viagens ao ano. Uma no primeiro e outra no segundo semestre. "Quando vou para a primeira, normalmente a segunda do ano já está sendo planejada", detalha, rindo.

"Não podemos subestimar os idosos. Em uma viagem eles ficam motivados e conseguem fazer coisas que no dia a dia a família não imaginava que seriam capazes de fazer", diz Vitor Pintarelli, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia no Paraná (SBGG-PR). Mesmo assim, é preciso levar alguns fatores em consideração antes de embarcar em uma aventura no exterior com uma pessoa que tem mais experiência de vida. O Viver Bem preparou um guia prático para garantir que as férias com amigos ou familiares idosos sejam um sucesso:


1. Escolham o destino juntos


Na hora de levar uma pessoa idosa para viajar, é preciso escolher com cuidado o destino. Leve em conta a opinião do idoso e tente incluir no roteiro lugares que ele gostaria de conhecer ou que são importantes para ele de alguma forma.
Também é importante pensar na logística dos deslocamentos em cada cidade a ser visitada. Converse abertamente com o idoso para saber que distâncias ele consegue percorrer a pé, de carro ou utilizando transporte público. Dessa forma, você pode selecionar os pontos turísticos para otimizar as caminhadas diárias. Lugares com muitas escadas, por exemplo, podem ser obstáculos para pessoas que têm mobilidade reduzida.


2. Consultem o médico

Como explica Pintarelli, conversar com o médico que acompanha o idoso é indispensável. "É preciso verificar as características da pessoa que vai viajar, suas condições de saúde e a própria viagem. Precismos saber se há alguma doença de maior gravidade que exija alguns cuidados especiais, ou que até possa contraindicar a realização da viagem."
O médico aconselha a levar todos os medicamentos que a pessoa costuma tomar. "Na verdade, é aconselhável até que se leve uma reserva maior de medicamentos, para o caso de a viagem se estender mais que o planejado." Ele considera importante, ainda, levar receitas com o modo de uso desses medicamentos, para que não haja confusão.
Se o roteiro passar por lugares com doenças endêmicas, como a febre amarela, o idoso precisa estar com a vacinação em dia. De fato todas as pessoas, jovens ou idosas, que viajam para esses destinos, têm que ter esse cuidado.


3. Preparem-se para a viagem


O diálogo é a melhor saída para garantir que não haverá grandes surpresas depois que a viagem começar. Conversem sobre os passeios que querem fazer e as dificuldades de cada um deles, como horário de funcionamento e acesso, por exemplo.
Quanto mais o idoso souber a respeito dos detalhes, melhor. Falem, ainda, sobre a quantidade de dias que ficarão em cada lugar e o total de horas de voo, além das escalas e conexões. Dar a ele mais informações é equivalente a dar mais segurança e confiança em você e nos planos da viagem.
Carmen conta que, sempre que foi viajar com pessoas mais jovens, procurou fazer um condicionamento físico antes. "Tratei de me preparar fisicamente para poder sair sem preocupação e sem prejudicar ninguém." Buscar uma atividade física antes da viagem é uma boa dica para que a pessoa consiga aproveitar melhor os passeios.

4. Contratem um seguro de saúde

Esse é o tipo de investimento que você faz e torce para não precisar usar. Com os idosos é ainda mais importante se certificar de que imprevistos com a saúde não se tornarão uma grande dor de cabeça durante a viagem. Isso porque, de acordo com Pintarelli, eles são mais suscetíveis a quedas, alergias e outros percalços relacionados à mudança brusca de temperatura ou dos padrões de alimentação, por exemplo.
Além da maior suscetibilidade, as consequências desses problemas podem ser mais graves. "Uma intoxicação alimentar, por exemplo, pode resultar em desidratação motivada por uma diarreia e isso pode ter consequências muito sérias", afirma o presidente da SBGG-PR.


5. Calculem bem os deslocamentos


Ao viajar com idosos, é fundamental calcular o tempo de duração dos deslocamentos e conexões. Quanto menos horas eles precisarem ficar esperando por voos, trens e ônibus, melhor. Verifique também como serão feitos os deslocamentos nas cidades que vocês pretendem visitar. Para andar a pé é preciso que o idoso esteja em perfeitas condições de caminhar. Para distâncias maiores, programe paradas para descanso ou considere táxis e outros meios de transporte que ofereçam mais conforto.
"Em deslocamentos prolongados, em que se passam muitas horas sentado, alguns cuidados podem ser necessários. Pessoas com problemas circulatórios podem precisar usar meias elásticas ou medicamentos anticoagulantes para prevenção de trombose, por exemplo", detalha Pintarelli. Quem vai fazer a indicação dessas providências é o médico.


6. Documentos


Além de todos os documentos de identificação e certificados de vacina, é recomendável manter junto ao idoso um cartão com informações de nome e contato com os parentes que o estão acompanhando na viagem. Pintarelli recomenda, ainda, a ter em mãos "documentos relacionados ao quadro de saúde da pessoa, como um relatório médico, de preferência com uma tradução para o inglês ou para o idioma local". Esse detalhe pode facilitar muito no caso de um atendimento médico ser necessário.


7. Calçados


Preste atenção especial aos calçados. São eles que vão determinar a qualidade dos passeios. Um calçado desconfortável pode comprometer todo um dia ou mesmo vários dias de diversão. Eles devem ser adaptados à necessidade do idoso.
"Dê preferência a calçados que ele já esteja acostumado a utilizar. Calçados novos podem gerar problemas de adaptação. Para indivíduos que tenham problemas nos pés ou diabetes o cuidado deve ser ainda maior. Existem modelos projetados especialmente para essas circunstâncias", diz o médico.


8. Ajude a preparar as malas


Principalmente se o idoso em questão nunca fez uma viagem internacional, você pode ajudaá-lo a planejar e preparar a bagagem. Tenham em mente a quantidade de dias que vocês passarão viajando e o clima nos lugares que visitarão. Separe peças-chave que sejam confortáveis e permitam boa movimentação. Se a época da viagem prometer tempo frio, assegure-se de estar levando agasalhos suficientes para ele.
Por fim, verifique várias vezes se os itens colocados na bagagem são permitidos pelas companhias aéreas, principalmente no que diz respeito à bagagem de mão.


9. Durante o voo


"É recomendável que se evite permanecer tempo prolongado imóvel, sentado", aconselha Pintarelli. Ele sugere caminhadas nos corredores do avião ou trem e, mesmo quando a pessoa estiver sentada, que procure movimentar os membros inferiores para ativar a circulação. Em alguns casos o uso de meias elásticas ajuda a ativar a circulação e evitar problemas como a trombose.


10. Alimentação


As alterações na rotina alimentar afetam não apenas os idosos, mas, para eles, a dificuldade de adaptação pode ser maior. O médico explica que "há pessoas com restrições alimentares. Então, na medida do possível, é importante manter os cuidados, por exemplo, com a quantidade de sal e carboidratos". Um cuidado extra é o de manter os horários de alimentação parecidos com os que o idoso tem em casa.

Fonte: Gazeta do povo

 

O que dizem sobre nós

  • “Estive hospedada somente por dois dias no Ritz Plaza Hotel, mas pude perceber que o atendimento é eficiente e excelente. A equipe de pessoas que trabalha no hotel é agradabilíssima e muito competente.”

    Ana Luiza Mediros

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